Sobre a
sessão
Música Popular em Movimento
Este projeto nasce do encontro improvável de pessoas muito diferentes entre si. Diferentes nos
percursos, no quotidiano, nas origens. Unidas, porém, por uma mesma pulsação: a música popular
que percorre vilas e aldeias, reconhecida, vivida e partilhada.
Mais do que preservar tradições, este trabalho olha para o presente e para o futuro. Porque a cultura popular não é memória estática — é movimento, transformação e identidade em construção, quer se goste ou não. Os Katembas representam essa manifestação viva.
O projeto fotográfico encontra-se em desenvolvimento. Por agora, são reveladas apenas algumas imagens de trabalho e estudo. O conjunto completo dará origem a uma exposição prevista para o decurso do próximo ano.
As imagens finais desta seleção pertencem a um dos elementos mais intensos e dinâmicos do grupo. Um corpo em permanente diálogo com a música — e com a vida —, uma presença de grande plasticidade e entrega. Entre elas, uma fotografia do grupo, captada num desses momentos de total envolvimento, foi distinguida pelo júri de um concurso internacional, alcançando o 68.º lugar entre cerca de 1500 trabalhos a concurso. Um reconhecimento que reforça a força expressiva destas imagens e o impacto que esta energia deixou inscrito neste percurso coletivo.
“Ainda havemos de ir à América!”
Uma frase por ele lançada como impulso, quase um grito de guerra, sempre que era preciso puxar pelo grupo — e pelo fotógrafo.
Mais do que preservar tradições, este trabalho olha para o presente e para o futuro. Porque a cultura popular não é memória estática — é movimento, transformação e identidade em construção, quer se goste ou não. Os Katembas representam essa manifestação viva.
O projeto fotográfico encontra-se em desenvolvimento. Por agora, são reveladas apenas algumas imagens de trabalho e estudo. O conjunto completo dará origem a uma exposição prevista para o decurso do próximo ano.
As imagens finais desta seleção pertencem a um dos elementos mais intensos e dinâmicos do grupo. Um corpo em permanente diálogo com a música — e com a vida —, uma presença de grande plasticidade e entrega. Entre elas, uma fotografia do grupo, captada num desses momentos de total envolvimento, foi distinguida pelo júri de um concurso internacional, alcançando o 68.º lugar entre cerca de 1500 trabalhos a concurso. Um reconhecimento que reforça a força expressiva destas imagens e o impacto que esta energia deixou inscrito neste percurso coletivo.
“Ainda havemos de ir à América!”
Uma frase por ele lançada como impulso, quase um grito de guerra, sempre que era preciso puxar pelo grupo — e pelo fotógrafo.
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Data2025
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LocalBairrada