Sobre a
sessão
“Piolhos & Actores” - TEATRO DO BIGODE
Há espetáculos que se veem. Outros, sentem-se.
Piolhos & Actores pertence claramente ao segundo grupo.
Rios e Solano surgem como dois corpos fora do tempo — atores, bufões, viajantes perdidos entre palcos soberanamente interpretados por Vitor Emanuel e Guilherme de Bastos Lima - que assume também a Direção Artística .
Fotografar a peça foi acompanhar esse jogo permanente entre controlo e caos. Entre o rigor do gesto e o improviso do instante. Cada imagem nasce de um desequilíbrio: corpos em suspensão, expressões exageradas, silêncios interrompidos por movimento. A luz, os olhares e o ritmo pedem atenção constante, como se a qualquer segundo tudo pudesse desmoronar… ou transformar-se.
Este trabalho foi, ao mesmo tempo, um desafio lançado pelo Guilherme e um “bichinho” que ficou. A vontade de voltar a fotografar teatro, de voltar a escutar o palco com os olhos.
Porque há espetáculos que não acabam quando as luzes se apagam — continuam a pedir para ser revistos, revisitados, recriados em imagem.
As fotografias que acompanham este texto são fragmentos dessa viagem: não explicam a peça, mas guardam a sua pulsação.
Piolhos & Actores pertence claramente ao segundo grupo.
Rios e Solano surgem como dois corpos fora do tempo — atores, bufões, viajantes perdidos entre palcos soberanamente interpretados por Vitor Emanuel e Guilherme de Bastos Lima - que assume também a Direção Artística .
Fotografar a peça foi acompanhar esse jogo permanente entre controlo e caos. Entre o rigor do gesto e o improviso do instante. Cada imagem nasce de um desequilíbrio: corpos em suspensão, expressões exageradas, silêncios interrompidos por movimento. A luz, os olhares e o ritmo pedem atenção constante, como se a qualquer segundo tudo pudesse desmoronar… ou transformar-se.
Este trabalho foi, ao mesmo tempo, um desafio lançado pelo Guilherme e um “bichinho” que ficou. A vontade de voltar a fotografar teatro, de voltar a escutar o palco com os olhos.
Porque há espetáculos que não acabam quando as luzes se apagam — continuam a pedir para ser revistos, revisitados, recriados em imagem.
As fotografias que acompanham este texto são fragmentos dessa viagem: não explicam a peça, mas guardam a sua pulsação.
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Data2025
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LocalCentro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz